segunda-feira, 28 de abril de 2014
Ler e aprender
Banco de Inglaterra: Money creation in the modern economy
O trabalho de base (James Tobin, em 1963)
(via Krugman)
Entretanto, no sistema financeiro...
provisões no montante de 700 milhões de euros + imparidades de 1,42 mil milhões + prejuízo 517,6 milhões de euros http://t.co/CaHbphMYjy
— MarcoCapitãoFerreira (@FerreiraMcf) 28 abril 2014
Olhar de frente
O problema está na Banca:
Em Portugal, os Bancos têm activos que "valem" 300% do PIB (fonte). Um valor superior a estimativas que fizemos com base nos 5 maiores bancos (fonte) e que pecou por defeito.
Se 10% dos activos valerem, na realidade, 0, fruto de imparidades por serem bens que desvalorizaram ou creditos sobre empresas insolventes, estamos a falar de uma contingência na ordem dos 50 mil milhões de euros. Tem de se olhar para isto de frente.
Opiniao Publica
No DE.
Talvez lembrar que o Governo esteve três anos a dizer ao Tribunal Constitucional que estes cortes eram temporários e justificados pela situação de emergência financeira, única condição na qual estes foram aceites, enquanto ao mesmo tempo jurava à ‘troika' que estas eram medidas estruturais de redução da despesa, isto é, eram para sempre, permanentes.
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Coisas boas da Internet
eu almoço tu falas: Piketty at CUNY http://t.co/6Kgjef5X42
— MarcoCapitãoFerreira (@FerreiraMcf) 24 abril 2014
terça-feira, 22 de abril de 2014
Opinião Pública
Esta manhã na ETV, Bruno Proença, director executivo do Diário Económico, analisando as conclusões da 11ª avaliação da 'troika', num programa conduzido por Marta Rangel.
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Sobre a tributação do sector eléctrico
Vamos a dados da EDP:
Em 2012 o resultado antes de impostos foi de 1.464,7 mil milhões de euros e os impostos sobre rendimentos do capital (IRC) foram de 282.5 milhoões de euros.
Taxa real efectiva: 19.2%
Em 2013 o resultado antes de impostos foi de 1.381,5 mil milhões e os impostos sobre rendimentos do capital (IRC) foram de 188 milhões de euros.
Taxa real efectiva: 13.6%.
Se isto é cortar nas rendas excessivas vou ali já venho.
Fontes dos dados, para quem quiser replicar as contas: Está no Key Data publicado pela EDP (aqui), tab sobre EDP Group, células D/E, linhas 25 a 27.
Em 2012 o resultado antes de impostos foi de 1.464,7 mil milhões de euros e os impostos sobre rendimentos do capital (IRC) foram de 282.5 milhoões de euros.
Taxa real efectiva: 19.2%
Em 2013 o resultado antes de impostos foi de 1.381,5 mil milhões e os impostos sobre rendimentos do capital (IRC) foram de 188 milhões de euros.
Taxa real efectiva: 13.6%.
Se isto é cortar nas rendas excessivas vou ali já venho.
Fontes dos dados, para quem quiser replicar as contas: Está no Key Data publicado pela EDP (aqui), tab sobre EDP Group, células D/E, linhas 25 a 27.
quarta-feira, 16 de abril de 2014
A Banca é duas vezes do tamanho do País e ninguém estranha?
Dados de 2012. Os dois primeiros quadros são do Mark Blyth. O último é meu, com dados que gostava de poder verificar, mas o Banco de Portugal não compila estas estatísticas. Alguma correcção necessária é mais que bem vinda.
Mede-se o tamanho dos Bancos (total activos) em comparação com o tamanho da Economia (medido pelo PIB). Quanto maior mais impossível de salvar. Na Europa não há como os Estados salvarem os Bancos e por isso é que andamos todos a fingir que não se passa nada. mas passa.
Explicado por imagens:
1) Nos USA o total do peso dos bancos não excede os 120% do PIB.
2) Na Europa, são mais de 200% do PIB.
3) E em Portugal. Bem, ou muito me engano ou estamos na mesma, os Bancos são mais de duas vezes maiores que o total da Economia Nacional.
Opinião Pública
quarta-feira, 9 de abril de 2014
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Dúvida sobre o cautelar
Se é ao mesmo tempo verdade que "que um eventual programa cautelar terá a duração de um ano" e que a almofada existe dá para "reembolsar as emissões de dívida de longo prazo que vencem em Junho e Outubro deste ano" e ainda chegaríamos ao "final do ano com cerca de 7 mil milhões de euros" para que serve o programa cautelar?
É que se tivermos problemas de acesso aos mercados será sempre e só ... depois de ter terminado o programa cautelar. Até lá, temos os pagamentos garantidos. Um seguro que só se aplica no período em que não precisamos de seguro é sempre demasiado caro.
Nota: Essa almofada financeira em 2013 custou ao Estado 435 milhões de euros e este ano custará mais de 250 milhões. Pelo menos.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
terça-feira, 1 de abril de 2014
Os mercados, esses paradigmas da perfeição
quarta-feira, 26 de março de 2014
terça-feira, 25 de março de 2014
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