terça-feira, 22 de abril de 2014
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Sobre a tributação do sector eléctrico
Vamos a dados da EDP:
Em 2012 o resultado antes de impostos foi de 1.464,7 mil milhões de euros e os impostos sobre rendimentos do capital (IRC) foram de 282.5 milhoões de euros.
Taxa real efectiva: 19.2%
Em 2013 o resultado antes de impostos foi de 1.381,5 mil milhões e os impostos sobre rendimentos do capital (IRC) foram de 188 milhões de euros.
Taxa real efectiva: 13.6%.
Se isto é cortar nas rendas excessivas vou ali já venho.
Fontes dos dados, para quem quiser replicar as contas: Está no Key Data publicado pela EDP (aqui), tab sobre EDP Group, células D/E, linhas 25 a 27.
Em 2012 o resultado antes de impostos foi de 1.464,7 mil milhões de euros e os impostos sobre rendimentos do capital (IRC) foram de 282.5 milhoões de euros.
Taxa real efectiva: 19.2%
Em 2013 o resultado antes de impostos foi de 1.381,5 mil milhões e os impostos sobre rendimentos do capital (IRC) foram de 188 milhões de euros.
Taxa real efectiva: 13.6%.
Se isto é cortar nas rendas excessivas vou ali já venho.
Fontes dos dados, para quem quiser replicar as contas: Está no Key Data publicado pela EDP (aqui), tab sobre EDP Group, células D/E, linhas 25 a 27.
quarta-feira, 16 de abril de 2014
A Banca é duas vezes do tamanho do País e ninguém estranha?
Dados de 2012. Os dois primeiros quadros são do Mark Blyth. O último é meu, com dados que gostava de poder verificar, mas o Banco de Portugal não compila estas estatísticas. Alguma correcção necessária é mais que bem vinda.
Mede-se o tamanho dos Bancos (total activos) em comparação com o tamanho da Economia (medido pelo PIB). Quanto maior mais impossível de salvar. Na Europa não há como os Estados salvarem os Bancos e por isso é que andamos todos a fingir que não se passa nada. mas passa.
Explicado por imagens:
1) Nos USA o total do peso dos bancos não excede os 120% do PIB.
2) Na Europa, são mais de 200% do PIB.
3) E em Portugal. Bem, ou muito me engano ou estamos na mesma, os Bancos são mais de duas vezes maiores que o total da Economia Nacional.
Opinião Pública
quarta-feira, 9 de abril de 2014
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Dúvida sobre o cautelar
Se é ao mesmo tempo verdade que "que um eventual programa cautelar terá a duração de um ano" e que a almofada existe dá para "reembolsar as emissões de dívida de longo prazo que vencem em Junho e Outubro deste ano" e ainda chegaríamos ao "final do ano com cerca de 7 mil milhões de euros" para que serve o programa cautelar?
É que se tivermos problemas de acesso aos mercados será sempre e só ... depois de ter terminado o programa cautelar. Até lá, temos os pagamentos garantidos. Um seguro que só se aplica no período em que não precisamos de seguro é sempre demasiado caro.
Nota: Essa almofada financeira em 2013 custou ao Estado 435 milhões de euros e este ano custará mais de 250 milhões. Pelo menos.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
terça-feira, 1 de abril de 2014
Os mercados, esses paradigmas da perfeição
quarta-feira, 26 de março de 2014
terça-feira, 25 de março de 2014
quarta-feira, 12 de março de 2014
O melhor mesmo é ser ex
No excelente fórum das políticas públicas, no painel sobre Política Orçamental, 4 dos últimos 5 Ministros das Finanças (falta apenas algo efémere Campos e Cunha).
É útil para falar do passado, admita-se. Podemos perguntar a Manuela Ferreira Leite pelo negócio com o Citibank e se o voltava a fazer sabendo o que sabe hoje, ou pela venda da rede à PT entretanto privatizada, a Bagão Félix pelo défice brutal do Governo Santana Lopes, a Teixeira dos Santos sobre o que se passou mesmo com algumas PPP e a Gaspar sobre se mantém as críticas à política que ele próprio executou e que o Governo ainda mantém hoje. Assim só para começo de conversa. Mas tudo isto é passado ou quase passado.
Para falar do futuro? O que podem dar ao País estas pessoas que não pudessem ter dado em tempo útil? Assim, a modos que, quando estiveram em funções?
Mais do que uma elite pequena (que o é) é um problema de vistas curtas. Há outros nomes que não estão ligados essencialmente ao passado. Assim de repente, Trigo Pereira, Eduardo Paz Ferreira, José Reis, entre tantos outros. Mas pronto, vamos lá ouvir os ex.
domingo, 9 de março de 2014
Leituras avulsas
1) O azar e o gosto
É no cinema e nos romances que encontro com frequência indivíduos que agem por motivos complexos, contraditórios, minuciosos, subtis; ao passo que no quotidiano mal me lembro de observar um comportamento que não seja previsível, banal, evidente. Talvez tenha azar com as pessoas. Ou bom gosto estético.
Pedro Mexia2) Sobre A Potência do Pensamento, de Giorgio Agamben, hoje no Público
3) Are You Smarter than a 5-Year-Old? Preschoolers Can Do Algebra
Millions of high school and college algebra students are united in a shared agony over solving for x and y, and for those to whom the answers don’t come easily, it gets worse: Most preschoolers and kindergarteners can do some algebra before even entering a math class.
4) Precious Memories
But for the past seven years, maybe more, dementia has drawn the curtains closed on Dean Smith's mind. Now he is 83 and almost no light gets out. He has gone from forgetting names to not recognizing faces to often looking at his friends and loved ones with empty stares.
5) Please Touch the Art
Still, there is a transgressive element to feeling art rather than simply admiring it. Everybody says “don’t touch” in museums. The visually impaired are perhaps the lone exception to that rule.
6) The Decline of Rural America, Captured in Replicas of Decaying Homes
7) The Wrath of Putin
Mikhail Khodorkovsky was the richest man in Russia when he dared confront then president Vladimir Putin, criticizing state corruption at a meeting with Putin in February 2003 (...) The clash of two titans, each of whom has badly underestimated the other.
8) “The world is a dynamic mess of jiggling things, if you look at it right.”
9) The Sound of Difference
Why we find some languages more beautiful than others.
10) Why Carl Sagan is Truly Irreplaceable
No one will ever match his talent as the “gatekeeper of scientific credibility”
quarta-feira, 5 de março de 2014
terça-feira, 4 de março de 2014
Opinião Pública
No "Comissão Executiva" com Sofia Santos, economista e Miguel Varela, professor do
ISG, num programa conduzido por Eduarda Carvalho.
segunda-feira, 3 de março de 2014
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